Pretendo aqui neste humilde espaço defender quem ainda não se pode defender, pessoal e conscientemente entendo que a partir do momento em que o espermatozóide fertiliza o óvulo.

UMA NOVA VIDA COMEÇOU


Nos os países da União Europeia

SOS criança desaparecida
número a marcar: 116000

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Em Portugal desaparecem dois menores por dia

SIM à vida editou às 16:53
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Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

Pela vida...

Considerando que:

- a Lei do aborto não eliminou o problema dos abortos clandestinos, como se propunha;

- a Lei do aborto contribui para o agravamento da taxa de natalidade e o envelhecimento da sociedade portuguesa, cada vez mais dependente dos fluxos migratórios para esconder a sua forte tendência recessiva;

- a coberto da Lei do Aborto têm vindo a ser exercidas pressões inaceitáveis sobre o código deontológico dos médicos;

- por descuido grosseiro do legislador, a Lei transformou o aborto num método contraceptivo de facto, permitindo abortos múltiplos, já verificados, e o “eugenismo liberal”;

- apesar de reconhecidos aos profissionais de saúde, os Direitos constitucionalmente consagrados de “objecção de consciência” não se estendem ainda aos cidadãos-contribuintes que entendam gravemente atentatório para a sua consciência ver-se pelo Estado forçados a dar a sua colaboração material, através de impostos, para a realização de abortos;
Petition:
Os cidadãos abaixo assinados, passado um ano de aplicação da Lei do Aborto, requerem à Assembleia da República, enquanto órgão constitucional representativo dos cidadãos portugueses, que legisle no sentido de:

1) revogar a actual Lei do Aborto - Lei nº 16/2007, de 17 de Abril;
 
ou

2) não existindo uma maioria parlamentar suficiente para a realização do ponto (1), suspender imediatamente a aplicação da Lei do Aborto e legislação conexa de forma a promover a sua revisão, acautelando as situações acima apontadas.
 

petição

 

 
 
SIM à vida editou às 11:33
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Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Nova linha para crianças desaparecidas

Portugal tem nova linha para crianças desaparecidas

SIM à vida editou às 11:49
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Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Carta de um feto

Aborto

Carta de um feto


Já era vida, já vivia vivo
No ventre da querida Mãe-minha
O Homem - esse lobo - no seu crivo
Disse que vida ainda não tinha...


Queria vir ao Mundo, sim, tinha direito!
Só queria ver o MAR e as MONTANHAS
Mas vós - Homens - a vosso jeito,
Com ferro me sacaram das entranhas...

Saddam foi julgado e condenado
Teve direito a defesa, porém!
Eu não fui ouvido, mundo malvado,
E também condenado com desdém...

Mas digo-vos a Verdade!
Vir a esse vosso Mau Mundo,
Só vosso - dos Homens sem Piedade,
Prefiro dormir meu Sono Profundo.

SIM à vida editou às 18:33
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Sábado, 11 de Agosto de 2007

Não PODEMOS esquecer...

Neste pobre país que se diz cristão, já está em marcha a criminosa lei do aborto. Mas isso não é motivo para cruzarmos os braços e nos resignarmos, vamos continuar a defender a vida ainda que só uma voz continue, valerá a pena.

SIM à vida editou às 12:56
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Sexta-feira, 13 de Julho de 2007

A legalização do maior crime da história

Direcção-Geral de Saúde
IVG a pedido da mulher só até às nove semanas e seis dias


Os estabelecimentos de saúde só podem realizar um aborto a pedido da mulher quando a ecografia revelar um tempo de gravidez até às nove semanas e seis dias


A portaria que regulamenta a interrupção voluntária da gravidez (IVG), que entra em vigor domingo, estabelece que os médicos têm de comprovar que a gravidez não excede as 10 semanas.

«Por terem surgido dúvidas quando à determinação do tempo de gravidez, a Direcção-Geral de Saúde esclarece que, para aquele fim, o tempo de gravidez não pode ultrapassar 9 semanas e 6 dias (com confirmação ecográfica)», esclarece a circular normativa com data de quinta-feira e publicada no site da DGS.

Segundo a lei, o clínico que comprova o tempo de gravidez, através de um documento normalizado, tem de ser diferente do médico «por quem ou sob cuja direcção» é realizada a interrupção voluntária da gravidez.

O tempo de gravidez deve ser definido na consulta prévia, depois da qual é obrigatório um período de reflexão mínimo de três dias até à realização da IVG.

Lusa/SOL

SIM à vida editou às 14:33
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Terça-feira, 3 de Julho de 2007

Encontrem, Madeleine McCann

Ajudemos a encontrar todas as crianças desaparecidas em Portugal e no mundo sem distinção de raça, nacionalidade ou condição social.

 TODAS TÊEM OS MESMOS DIREITOS

 

SIM à vida editou às 08:10
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Domingo, 11 de Fevereiro de 2007

Dia negro para a vida

Hoje a vida perdeu

Não concordo, nem nunca concordarei com o aborto seja ele legal ou ilegal.

Mas lamentavelmente, hoje a vida perdeu e mais do que nunca a sociedade com base na família fica cada vez mais longe e irremediavelmente enveredamos por um mundo individualista em que tudo é possível...

A partir de agora até ás dez semanas podemos matar nossos filhos dentro do ventre da mãe local que para eles deveria ser o mais seguro, resta-me apenas o consolo de que não pactuei nesta decisão desumana e egoísta.

A luta pela defesa da vida continua...

SIM à vida editou às 20:23
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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2007

ASSIM NÃO

Embora não concorde em tudo o que Marcelo Rebelo de Sousa defende, suas palavras alertam para o grande crime que muitos querem aprovar  A LIBERALIZAÇÃO DO ABORTO, reflictam bem nas palavras que escutaram e vejam o que vão aprovar ao votar sim...

SIM à vida editou às 16:48
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Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007

Dá que pensar...

Aborto e civilização

Quando se diz que o feto é “parte” do corpo da mãe, é falso, porque não é parte: está “alojado” nela, melhor, implantado nela.

 

O aborto voluntário vai tornar-se uma das grandes questões nas sociedades ocidentais. O regresso do tema à tolerante Holanda é só mais um sintoma. O interesse com que entre nós se vive o sim ou não no referendo é disso bom sinal. Há diversas formas de entrar no debate: desde a inconveniência ou ilicitude do aborto à fé religiosa, para cristãos com força de convicção de uma moral universal. Há outra posição que pretende ter validade universal: a científica, embora também aqui as provas não sejam acessíveis à imensa maioria dos homens e mulheres, que as admite por fé (na ciência).

A minha preferida – na linha de artigo (1983) do filósofo Julián Marias – é outra, acessível a todos e independente de conhecimentos científicos ou teológicos que poucos possuem. É a visão antropológica, fundada na mera realidade do homem tal como se vê, vive e se compreende a si mesmo.

Trata-se da distinção decisiva entre “coisa” e “pessoa”, que se revela no uso da língua. Em todas as línguas há uma distinção essencial: entre “que” e “quem”, “algo” e “alguém”, “nada” e “ninguém”. Se entro numa casa onde não há nenhuma pessoa, direi: “não há ninguém”, mas não me ocorrerá dizer: “não há nada”, porque pode estar cheia de móveis, livros, lustres, quadros.

O que tem isto a ver com o aborto? Muito. Quando se diz que o feto é “parte” do corpo da mãe, é falso, porque não é parte: está “alojado” nela, melhor, implantado nela (nela e não meramente no seu corpo). Uma mulher dirá: “estou grávida”, nunca “o meu corpo está grávido”. Uma mulher diz: “vou ter um filho”; não diz: “tenho um tumor”.

A pergunta a referendar, ao usar, em vez de aborto provocado, “interrupção voluntária da gravidez”, não só abusa da hipocrisia como se esconde sob a capa de despenalização. Os advogados do sim não gostam da comparação, mas com isto os partidários da pena de morte vêem as dificuldades resolvidas. Podem passar a chamar à tal pena – por forca ou garrote – “interrupção da respiração” (e também são só uns minutos).

Há ainda as 10 semanas, como se para a criança fizesse diferença em que lugar do caminho se encontra ou a que distância, em semanas ou meses, da sua etapa da vida que se chama nascimento será surpreendida pela morte.

O mais estranho é que para os progressistas o aborto é visto como sinal de progresso, enquanto a pena de morte é de atraso. Dantes denunciavam a “mulher objecto”, agora querem legitimar a criança-objecto, a criança-tumor, que se pode extirpar, em nome do “direito de dispor do próprio corpo”.

O direito (com bons propósitos) serve para nos impedir de entender “o que é aborto”. Por isso se mascara a sua realidade com fins convenientes ou pelo menos aceitáveis: o controle populacional, o bem-estar dos pais, a situação da mãe solteira, as dificuldades económicas, a conveniência de dispor de tempo livre, a melhoria da raça.

A tudo isto acrescem as tentativas de abolir as relações de maternidade e paternidade, reduzindo-as a mera função biológica sem duração para além do acto de geração, sem nenhuma significação pessoal entre o “eu”, o “tu” e o “ele(a)” implicados.

Felizmente, ao pôr-se a nu a grave dimensão da aceitação social do aborto, facilita-se o regresso de temas que os “progressistas” julgavam de direita e, por isso, ultrapassados: a família e a natalidade.

Não devemos estranhar que os mesmos que sempre se equivocaram sobre tudo, desde a natureza do regime soviético a Cuba, passando pelo fim do trabalho e as nacionalizações, se encontrem agora, de novo, unidos no “sim” ao aborto (e no “não” ao sofrimento dos animais). E, ontem como hoje, acompanhados de idiotas úteis. Alguns, pelos vistos, “liberais”, que desconhecem que a noção de liberdade para o liberalismo clássico é oposta à de “direito a ou de”. Para T. Jefferson os seres humanos são independentes, mas não da moral; se a desafiamos, não somos livres mas escravos, primeiro das nossas paixões e depois possivelmente da tirania política. Que tipo de governo democrático poderá controlar homens que não podem controlar as suas próprias paixões? Situação que piorará com a ilusão do Estado contraceptivo e a liberalização das oportunidades para a irresponsabilidade.

José Manuel Moreira
Professor universitário e membro da Mont Pélérin Society

Texto extraido do: Diário económico

Portugueses e Portuguesas, dia 11 de Fevereiro,
VOTEM NÃO, digam SIM à vida

SIM à vida editou às 18:33
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